Claro que estando em Brasília não poderia deixar de existir o momento “bastidores da Confecom”, afinal são tantos amigos que deixei por lá e tantos outros amigos que, como é característico nessas atividades nacionais, reencontrei.

Já na noite do primeiro dia em Brasília fui num dos lugares que mais gosto: Área 51, um lugar delicioso na 203 norte, onde se joga sinuca pagando apenas R$ 1,00 a ficha (há umas 50 mesas), se houve música boa e tem bebida e petisco baratinho. Dessa vez estive lá com Renatinha, Assis e Leandro.

Depois disso, tive a oportu-nidade de almoçar com uma irmã que conquistei em Brasília: a Marlúcia. E com ela fui ver outros amigos queridos: o Val e a Neidinha. Também reencontrei um grande amigo de tantos anos: o baiano Claudinho (foto).

Além disso, na última noite de Brasília estive com a militância de comuni-cação no “Bar da Codorna”, que fica na 402 norte, que tempos atrás nós apelidamos de “pescoço de peru”. Isso mesmo: pescoço de peru é um dos pratos que o bar serve.

A sugestão – é claro – foi do Gustavo. Tenho a desconfiança de que ele é sócio do lugar, pois todo mundo que vai a Brasília o Gustavo leva para comer a tal especiaria. E o Gustavo adora, como se pode perceber ao lado.
Agora, a história mais incrível dos bastidores de Brasília foi, sem dúvida, a de um taxista. Dividi um táxi do hotel Nacional até o Centro de Convenções com dois companheiros de Minas. Um deles perguntou ao taxista como ele estava vendo o caso de corrupção no governo do Distrito Federal.
“ – Rapaz, coitado do Arruda, viu? O erro dele foi ficar com o assessor do Roriz. O cara ferrou o pobre do Arruda. Dedurou tudo! Coitado do Arruda!”, disse o taxista.
Não acreditei no que estava ouvindo, então insisti de forma muito clara com o chofer: “Então o senhor considera o Arruda um coitado? Se não fosse o assessor dedurar não havia problema? Se o povo não ficasse sabendo estava tudo certo? Quer dizer que ele poderia roubar à vontade, se não tivesse alguém para dedurar?”, perguntei-lhe.

“Isso mesmo, dona! O homem estava fazendo um bom governo. Se não fosse aquele canalha do Roriz que deixou o assessor dele no pé do Arruda, não tinha problema”.
Quem disse que tudo acaba em pizza. No DF acaba em panetone! Se não fosse trágico, poderia ser cômico. Como diz aquele personagem da novela: Fiquei rosa-chiclete!